Assim recomeço... renascendo das cinzas como Fênix:
.Sem minha aliança, me assaltaram na semana passada.
.Bronzeaderríma, aqui faz muito sol! Tô virando caiçara.
.Ainda tentando compreender os capixabas: já fui maltratada, já me serviram café frio, já me expulsaram de uma loja.... mas, as praias são lindas!
terça-feira, 16 de setembro de 2008
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
Sorry...
Mil perdões para os meus leitores, se é que existem... tô com o bloguinho tão largado, com muito pó e teias de aranha, prometo ressuscitá-lo
... Sei... sei, já fiz tantas promessas e não consegui cumpri-las... mas, vou tentando.
Na chegada do Brasil, já passei por mil fases, sou literalmente a eterna mulher de fases...
As expatriadas me entenderão melhor. Sabe quando você volta pra sua pátria, os sentimentos ficam confusos, você não sabe se aqui é ainda o seu lugar. Vem a euforia de voltar pra casa e depois vem uma pincelada de tristeza. Tristeza, não sei bem do que ou porquê? Só, sei que ela veio e se instalou, quase não quis embora, mas dei um ultimato nela, e ela se tocou e partiu.
Tive sentimentos de perda, é como se eu tivesse pulado capítulos de algum livro interessante, perdi capítulos das pessoas que eu amo. Perdi a chegada das rugas da minha mãe, os cabelos brancos do meu pai, o crescimento dos sobrinhos...
Engraçado como é a vida, quando você sempre está no mesmo lugar, você não vê o tempo passar. Não vê as pessoas envelhecerem, parece que tudo continua a mesma coisa. Mas, quando você volta de uma longa viagem, a vida te joga na cara de que tudo é passageiro. Que as flores que enfeitaram o teu jardim da vida um dia vão embora ,ou já foram, sem te avisar, sem respeitar o teu tempo ausente. E você chora e sente remorso, uma dor no peito, e se condena por não ter estado ali...
... Sei... sei, já fiz tantas promessas e não consegui cumpri-las... mas, vou tentando.
Na chegada do Brasil, já passei por mil fases, sou literalmente a eterna mulher de fases...
As expatriadas me entenderão melhor. Sabe quando você volta pra sua pátria, os sentimentos ficam confusos, você não sabe se aqui é ainda o seu lugar. Vem a euforia de voltar pra casa e depois vem uma pincelada de tristeza. Tristeza, não sei bem do que ou porquê? Só, sei que ela veio e se instalou, quase não quis embora, mas dei um ultimato nela, e ela se tocou e partiu.
Tive sentimentos de perda, é como se eu tivesse pulado capítulos de algum livro interessante, perdi capítulos das pessoas que eu amo. Perdi a chegada das rugas da minha mãe, os cabelos brancos do meu pai, o crescimento dos sobrinhos...
Engraçado como é a vida, quando você sempre está no mesmo lugar, você não vê o tempo passar. Não vê as pessoas envelhecerem, parece que tudo continua a mesma coisa. Mas, quando você volta de uma longa viagem, a vida te joga na cara de que tudo é passageiro. Que as flores que enfeitaram o teu jardim da vida um dia vão embora ,ou já foram, sem te avisar, sem respeitar o teu tempo ausente. E você chora e sente remorso, uma dor no peito, e se condena por não ter estado ali...
sexta-feira, 26 de outubro de 2007
Eu fui...
Queridos, ainda estou embriagada com as delícias do Brasil, pareço uma menininha perdida num parque de diversões... Rs...Sei, sei que sou uma otimista iludida imutável.
Mas, não é àtoa, adivinhem pra onde eu fui ontem? Show do meu amado Djavan!! Dancei, cantei e chorei (sou uma eterna chorona). Chorei quando ele cantou “Faltando um pedaço’’, lembrei de quando eu era menina, dos sonhos … do passado. Engraçado como a música tem esse dom, de nos arremeter pra qualquer tempo e lugar.

Djavan sobe no palco acompanhado pelos filhos Max Viana (guitarra e voz) e João Viana (bateria), além da banda formada por Sérgio Carvalho (baixo e voz), Renato Fonseca (teclados e voz), Marcelo Martins (saxofones), François Lima (trombone e voz) e Walmir Gil (trumpete e voz).
Show do Djavan , Citibank hall, São Paulo, 25 -out-07.
Mas, não é àtoa, adivinhem pra onde eu fui ontem? Show do meu amado Djavan!! Dancei, cantei e chorei (sou uma eterna chorona). Chorei quando ele cantou “Faltando um pedaço’’, lembrei de quando eu era menina, dos sonhos … do passado. Engraçado como a música tem esse dom, de nos arremeter pra qualquer tempo e lugar.

Djavan sobe no palco acompanhado pelos filhos Max Viana (guitarra e voz) e João Viana (bateria), além da banda formada por Sérgio Carvalho (baixo e voz), Renato Fonseca (teclados e voz), Marcelo Martins (saxofones), François Lima (trombone e voz) e Walmir Gil (trumpete e voz).Show do Djavan , Citibank hall, São Paulo, 25 -out-07.
terça-feira, 9 de outubro de 2007
Brasil, Sampa... matando as saudades.
Sei que sumi, sei... Mas, sabe essa vontade de comer um certo doce que você não comia faz tempo... Tantas coisas pra fazer, que não consigo parar: comer empadinhas na “Empada Brasil”, pastel na feira, caldo de cana, tomar chopinho nos botecos da Paulista, sentir a brisa brasileira nos meus cabelos...encontrar Maria, Andrea , João... e mais dezenas de amigos.
Oh Sampa! Que delícias teus domingos no Trianon Masp: tomar sorvete caseiro na feirinha de antiguidades, ver os grupinhos alternativos dos bichos grilos... que saudades de vocês!! Fazia tempo, hein? Caminhar na avenida Paulista à noite, mil carros na avenida... louca Paulicéia!
Saudades, saudades... vá embora! Que já estou na minha amada terra.
Oh Sampa! Que delícias teus domingos no Trianon Masp: tomar sorvete caseiro na feirinha de antiguidades, ver os grupinhos alternativos dos bichos grilos... que saudades de vocês!! Fazia tempo, hein? Caminhar na avenida Paulista à noite, mil carros na avenida... louca Paulicéia!
Saudades, saudades... vá embora! Que já estou na minha amada terra.
quinta-feira, 6 de setembro de 2007
Stress...Jet lag...stress
To na correria! Quartinho de hotel, apertadinho... Vinkinzinho stressado! Jet lag... procurando um lugar pra morar... sem parar... andar, andar... e continuando sem net.
Deixa só eu me instalar direito, tá bom? Já volto...
Deixa só eu me instalar direito, tá bom? Já volto...
segunda-feira, 13 de agosto de 2007
Brasil meu Brasil brasileiro!!
To super feliz!!!
O chefe dos nomades conseguiu trabalho na terrinha!! Voltarei a morar na patria amada... E nao adianta falar que ai esta ruim... Pois pra mim, ainda, e' o melhor pais do mundo!!
Brasil
Meu Brasil brasileiro
Meu mulato inzoneiro
Vou cantar-te nos meus versos
Ô Brasil, samba que dá
Bamboleio, que faz gingá
Ô Brasil do meu amor
Terra de Nosso Senhor
Brasil! Brasil!
Prá mim... prá mim...
Ô, abre a cortina do passado
Tira a Mãe Preta do serrado
Bota o Rei Congo no congado
Brasil! Brasil!
Deixa cantar de novo o trovador
À merencória luz da lua
Toda canção do meu amor
Quero ver a “Sá Dona” caminhando
Pelos salões arrastando
O seu vestido rendado
Brasil! Brasil!
Prá mim... prá mim...
Brasil
terra boa e gostosa
Da morena sestrosa
De olhar indiscreto
Ô Brasil, verde que dá
Para o mundo se admirá
Ô Brasil do meu amor
Terra de Nosso Senhor
Brasil! Brasil!
Prá mim... prá mim...
Ô, esse coqueiro que dá côco
Oi, onde amarro a minha rêde
Nas noites claras de luar
Brasil! Brasil!
Ah, ouve essas fontes murmurantes
Aonde eu mato a minha sede
E onde a lua vem brincá
Ah, este Brasil lindo e trigueiro
É o meu Brasil brasileiro
Terra de samba e pandeiro
Brasil! Brasil!
Prá mim... prá mim...
(Aquarela do Brasil
Ary Barroso)
O chefe dos nomades conseguiu trabalho na terrinha!! Voltarei a morar na patria amada... E nao adianta falar que ai esta ruim... Pois pra mim, ainda, e' o melhor pais do mundo!!
Brasil
Meu Brasil brasileiro
Meu mulato inzoneiro
Vou cantar-te nos meus versos
Ô Brasil, samba que dá
Bamboleio, que faz gingá
Ô Brasil do meu amor
Terra de Nosso Senhor
Brasil! Brasil!
Prá mim... prá mim...
Ô, abre a cortina do passado
Tira a Mãe Preta do serrado
Bota o Rei Congo no congado
Brasil! Brasil!
Deixa cantar de novo o trovador
À merencória luz da lua
Toda canção do meu amor
Quero ver a “Sá Dona” caminhando
Pelos salões arrastando
O seu vestido rendado
Brasil! Brasil!
Prá mim... prá mim...
Brasil
terra boa e gostosa
Da morena sestrosa
De olhar indiscreto
Ô Brasil, verde que dá
Para o mundo se admirá
Ô Brasil do meu amor
Terra de Nosso Senhor
Brasil! Brasil!
Prá mim... prá mim...
Ô, esse coqueiro que dá côco
Oi, onde amarro a minha rêde
Nas noites claras de luar
Brasil! Brasil!
Ah, ouve essas fontes murmurantes
Aonde eu mato a minha sede
E onde a lua vem brincá
Ah, este Brasil lindo e trigueiro
É o meu Brasil brasileiro
Terra de samba e pandeiro
Brasil! Brasil!
Prá mim... prá mim...
(Aquarela do Brasil
Ary Barroso)
quinta-feira, 26 de julho de 2007
Em algum lugar na Tailandia...
Passando rapidinho pra deixar fotos... continuo sem net, perdida na floresta, tendo que caminhar quilometros pra achar um ciber cafe.
Praia em Khao Lak...
Mulheres Pescadoras


Praia em Khao Lak...
Mulheres Pescadoras


Final de tarde, estudantes tailandesas...
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